CLONES E ARTIFICIAIS

CLONES NAS OBSESSÕES COMPLEXAS.

Os artificiais são formas-pensamento (ou clichês astrais) densas oriundas das emanações mentais dos encarnados e também dos desencarnados. Podem causar grandes malefícios. São criados continuamente, de forma inconsciente, pelos egos inferiores da grande massa da população da Terra, relacionados com os sentimentos densos, como vaidade, ciúme, inveja, sensualismo, gula, entre outros.

O acúmulo dessas formas deixa os homens que os geram “encobertos” por uma massa informe e viscosa, como se fossem agregados à própria aura, que se “alimentam”continuamente do fulcro gerador que é a mente de cada um, como se criassem vida própria, qual parasita que domina completamente a planta que o aloja. Larvas e miasmas astrais são artificiais.

CLONES OU ELEMENTAL ARTIFICIAL.

Tema ainda pouco divulgado e esclarecido no meio espírita e espiritualista.

Abaixo você encontrará uma pequena amostra deste tema exposta nas seguintes obras:

Consciência – Dr. Joseph Gleber – Psicografado pelo médium Robson Pinheiro – Editora Casa dos Espíritos.

Legião e Senhores da Escuridão – Ângelo Inácio – Psicografado pelo médium Robson Pinheiro – Editora Casa dos Espíritos

O objetivo deste pequeno trabalho é mostrar a complexidade do tema e abordar sínteses de trechos dos livros acima, visando a composição de apostila de estudo do Centro Espírita Spiritualis – A Escola do Espírito, entidade filiada à Universidade do Espírito, composta pelas instituições Sociedade Espírita Everilda Batista, Clínica Holística Joseph Gleber, Aruanda de Pai João e a Editora Casas dos Espíritos.

Prefácio

Em geral a abordagem exotérica* do tema é bastante restrita, encontramos nos escritos esotéricos maiores esclarecimentos, mas mesmo assim em momentos raros e em alguns poucos autores, sobretudo os teosóficos.

Agora, com a vinda de espíritos comprometidos com a ampla divulgação dos temas espirituais que há muito a humanidade conheceu em círculos fechados, as chamadas escolas iniciáticas da Lemúria, Atlântida e Antigo Egito, trazem a todos nós a oportunidade de tomar contato com informações antes restritas.

Os clones ou elementais artificiais são instrumentos encontrados nos dois lados da moeda, o do Cristo planetário e no da “oposição”. Os textos abaixo descortinam o mundo incrível dos elementais artificiais. Boa leitura!

*Antônimo de Esotérico: e.so.té.ri.co -Adjetivo. 1.Filos. Diz-se de ensinamento que, em escolas da Grécia antiga, era dado somente a um círculo restrito. 3.Relativo a conhecimento de ordem sobrenatural, próprio para os iniciados. [Cf. exotérico.] § e.so.te.ris.mo sm. Diz-se de ensinamento que, em escolas da Grécia antiga, era dado somente a um círculo restrito. Fonte: MiniAurélio Versão digital.5.12 – Editora Positivo Ltda Ronaldo Albertino – maio 2010

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Clones – Consciência – página 122

As obsessões complexas consideram uma gama mais ampla de fenômenos, entre os quais aqueles em que se detecta a presença de artefatos e instrumentos da tecnologia astral, como
implantes de aparelhos, larvas e outras criações do pensamento desorganizado. Também agrupamos sob essa nomenclatura as chamadas arquepadias, as síndromes espirituais e o uso de duplicatas ou clones de corpos astrais de meus irmãos, com as gradações naturais de cada um desses processos. Na abordagem dos fenômenos obsessivos de alta complexidade, não se deve esquecer de que meus irmãos estarão lidando com seres extrafísicos possuidores de uma estrutura técnica e de bagagem científica, além daqueles que, desde uma época remota, lidam
com forças ocultas da natureza, nos chamados procedimentos da magia negra ou goécia.

CLONES – Livro Consciência – página 166

77. E quanto aos elementais artificiais? Como é sua atuação e como são formados?

Os seres artificiais ou elementais artificiais são produto da criação do homem encarnado ou desencarnado, que projeta em torno de si elementos psíquicos ou mentais cuja forma imensamente variada pode assumir, inclusive, a do ser humano, conforme o grau de intensidade da mente idealizadora.

No panorama atual do planeta Terra, tais seres semiinteligentes
constituem enorme contingente mergulhado num mar de sensações e emoções do plano astral, dotados de existência real, embora temporária. São criados de maneira consciente ou inconsciente pelas mentes que lhes deram origem, e manifestam em si os desejos e emoções do indivíduo ou da comunidade que os gerou.

Podem ser utilizados tanto para as forças do bem quanto para os trabalhos mais elaborados da magia negra, nos processos infelizes das obsessões de ordem complexa. Quando manipulados por mentes habilidosas, fazem praticamente tudo a que os induzem, agindo de tal modo que facilmente se confundem com entidades reais, pensantes — hipótese em que passam a ser chamados simplesmente de artificiais, duplicatas ou clones.

Esses elementos são criaturas não naturais do mundo extrafísico, induzidas, sustentadas e evocadas através do magnetismo de espíritos com disciplina mental e conhecimento. Obedecendo ao comando direto de seu manipulador, agem sobre suas vítimas ou alvos mentais programados, podendo atuar inclusive sobre suas
faculdades psíquicas e assumir, perante estes, o papel de suposto mentor, na verdade conduzido à distância pelo magnetizador oculto, sem cessar.

Com tal requinte poderão ser manipulados em processos obsessivos complexos que basta encontrarem elementos
ectoplásmicos adequados para se fazerem perfeitamente visíveis às percepções medianímicas de um encarnado, proporcionando-lhe uma ilusão de materialização.

Muitos encarnados, vítimas de processos obsessivos altamente complexos, vêem nesses seres artificiais que os envolvem manifestações de elevados mentores, cuja condução os leva, pouco a pouco, a se desligar de tarefas programadas previamente pelos verdadeiros mentores. Como se infiltram através da ilusão dos sentidos extrafísicos, são considerados de extremo perigo,
principalmente para as mentes sensíveis desejosas de obter privilégios espirituais e para os indivíduos que pretendem ser missionários ou elementos especiais, com incumbências imaginárias.

Os elementais artificiais, clones ou duplicatas astrais, conforme a manifestação de cada um, comportam-se como seres errantes no plano astral.

À semelhança de todo ser vivo, procuram alimentar-se energeticamente, com o objetivo de prolongar o máximo possível sua vida artificial — que, embora temporária, possui duração
indefinida e pode ser relativamente longa. Para tanto, vampirizam seres humanos encarnados e desencarnados, principalmente na área correspondente ao chacra básico, sugando-lhes as energias sexuais e vitais, através das quais se abastecem.

Em circunstâncias específicas, podem se alimentar do plasma que emana do sangue de pessoas cujas vidas são tiradas em sacrifícios de cultos exóticos ou por matadores profissionais.

Absorvendo as energias de suas vítimas ou dos alvos mentais para os quais foram dirigidos, podem inclusive provocar certos fenômenos, embora pequenos, mas aterrorizantes, com vistas a sugar as emoções das pessoas sobre as quais têm domínio.

Dessa forma, causam acidentes e desastres ocasionais, bem como problemas de ordem emocional mais ou menos graves, além de envolver seus alvos em imagens e relacionamentos sexuais, cujo objetivo é a extração ou o roubo das energias movimentadas a partir de tais associações mentais.

As criações mentais vivas ou elementais artificiais guardam uma peculiaridade: oferecem estrutura para que espíritos malévolos os assumam, num processo análogo ao da possessão, no qual tomam posse da forma mental artificial, vivificando-a e treinando-a para levar a cabo suas investidas ardilosas contra os alvos humanos.

Em geral, nesses casos, as entidades perversas arquitetam planos em que se mostram revestidas da forma astral manipulada, com
poder de iludir psiquicamente suas vítimas; apresentam-se com a aparência de algum mentor conhecido ou apreciado pela pessoa, imitando-o de diversas maneiras e com características que lhes são próprias.

Há casos, mais freqüentes do que meus irmãos gostariam de acreditar, em que elementais artificiais gerados por pensamentos de um povo ou de uma multidão passam a agir em determinadas regiões do planeta — normalmente, nos locais próximos àquele de onde emanaram os pensamentos originais.

Nesses acontecimentos tão comuns, atuam nos elementos da natureza, provocando devastações e desencadeando, na contraparte física, imensos prejuízos, inclusive induzindo pessoas a cometer atrocidades e crimes hediondos.

Autoridades e estudiosos, embora toda a sua capacidade, não conseguem explicar a incidência de crimes semelhantes ou de irrupções das forças da natureza em determinados países ou regiões, porque causados pelos seres artificiais, que reproduzem, em sua ação, o teor e a qualidade dos pensamentos coletivos que os criaram.

No caso de comoções naturais ocasionadas pelos elementais artificiais, eis o que ocorre.

Esses seres flutuam sobre a atmosfera por tempo indeterminado, absorvendo as vibrações mentais e emocionais da população, de tal forma que, quando essas forças irrompem desses seres, parecem explodir, derramando-se por inteiro nos elementos naturais. O caos se estabelece, e a culpa, invariavelmente, é deslocada para as variações climáticas ou para o aquecimento global, que, na atualidade do século que se inicia, virou desculpa generalizada para muitos prejuízos com repercussão na esfera física.

Ao leitor mais atento, pode soar estranho o conceito de “sugar as
emoções”. Entretanto, apesar de os espíritos terem desenvolvido
relativamente pouco o assunto, é isso mesmo que se quer dizer.

Se alguém está com raiva, outra pessoa pode se aproximar e, de repente, sem perceber, ser envolvido por essa emoção a tal ponto de senti-la, compartilhando inclusive o alvo da raiva e, em casos extremos, aliviando a raiva daquele que a possuía originalmente.

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Sendo assim, parece coerente a tese de que há alguma substância que permeia a troca energética ocorrida, e é exatamente isso que interessa e alimenta o elemental artificial afinado com tal vibração.

Além disso, é importante ressaltar que, à semelhança do que se dá com o pensamento, que adquire forma, consistência e propriedades tangíveis e bem definidas na dimensão astral, o mesmo sucede com as emoções.

Aliás, a distinção entre razão e emoção é meramente didática; quando empregam o termo pensamento, os espíritos referem-se ao conjunto razão-emoção, já que, a rigor, um não existe separadamente do outro.

Livro Legião – CLONES- Página 361

Pai João e Jamar pareciam decididos e não queriam perder tempo com observações da parte externa da construção.

Desta vez fui eu quem perguntou a nossos instrutores sobre os cascões astrais ou os ditos clones, embora os ali encontrados estivessem, aparentemente, sem nenhum movimento ou sinal de vida. Jamar, especialista nessas questões, respondeu-me, com o consentimento de Pai João:

— Um dos temas mais controversos nas discussões atinentes ao astral inferior é o produto da criação mental voltada para a reprodução de seres humanos através de clones ou duplicatas astrais. Na verdade, não passam de seres artificiais, feitos com ajuda inconsciente de encarnados, pois os pensamentos humanos forjam clichês, que, com o tempo, se transformam em imagens vivas de si mesmos. De posse dessas criações, os cientistas do astral desenvolveram uma biotecnologia capaz de empregá-las como objeto de intricados processos obsessivos.

A ciência extrafísica, menos sujeita às barreiras típicas do mundo corpóreo, aprofunda suas pesquisas e alcança resultados, no mínimo, apreciáveis, dignos de estudo. Minha curiosidade sobre o assunto parecia superar a do médium que nos acompanhava.

Eu ficava fascinado a cada passo ou descoberta dentro do laboratório. Observando a boa vontade de Jamar em elucidar nossas dúvidas, senti-me, de certo modo, estimulado:

— Como encarar a realidade desses seres artificiais em relação à visão estreita e ao pouco conhecimento de muitos espíritas e espiritualistas?

Como os médiuns enfrentam os argumentos de seus dirigentes ortodoxos quando deparam com seres artificiais, produtos da
ciência astral?

— Quando se examina a ação de seres inteligentes voltados para uma conduta antiética e imoral, algumas reflexões são necessárias e urgentes — respondeu Jamar, com a solicitude de
sempre. — Durante muito tempo, espiritualistas e espíritas viram-se diante da realidade patente da obsessão, porém considerando apenas os tipos clássicos: mono e poliobsessões,
cujos agentes são, respectivamente, um único espírito e dois ou mais deles.

No entanto, ao enveredar nas investigações psíquicas, os encarnados mais estudiosos notaram que outra metodologia vinha sendo empregada pelas sombras. Surgiram as primeiras observações quanto às obsessões complexas, que exigiam nova abordagem, além da consagrada técnica de conversação fraterna ou doutrinação.

Entre as diversas ferramentas verificadas para instaurar o quadro obsessivo, descobriu-se, então, embora a relutância em admitir o fato, a existência de seres artificiais gerados em laboratórios do submundo astral.
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Livro Legião – CLONES – página 373 e seguintes

“Essa conclusão suscita algumas questões palpitantes, que merecem ser debatidas e estudadas por todos.

Em que casos são mais utilizados os clones?

Como é seu mecanismo de ação e com quais finalidades entram em cena?

Uma tecnologia tão avançada não é facilmente viabilizada, nem mesmo na dimensão extrafísica.

Se ainda assim topamos com esses seres artificiais, o que representam de tão importante, dentro do estratagema maquiavélico traçado por cientistas, magos ou outras entidades do astral inferior?”

Os questionamentos levantados por Jamar eram interessantes, e, naturalmente, aquela equipe de especialistas que nos acompanhava tinha o objetivo de descobrir algo mais acerca do assunto. Eu desempenhava meu papel de jornalista do Além, anotando tudo e indagando ainda mais:

— Muitos poderão perguntar o que define um desencarnado como cientista, em vez de mago.
O que você teria a nos dizer a respeito?

— O critério para essa classificação tem relação sobretudo com o sistema de trabalho.

Identificamos como participantes da legião de cientistas do astral inferior todos os seres que realizam seus questionamentos segundo o método científico. Levantam hipóteses, pesquisam,
inventam, teorizam e implementam ações de forma metódica e disciplinada, em conformidade com balizas acadêmicas similares às dos humanos.

Na maior parte das vezes, empregam técnica sofisticada, visando a objetivo predefinido. Suas iniciativas normalmente obedecem a
um rigor científico, a uma organização e a um planejamento minuciosos.

Essa falange, especializada em diversas áreas do conhecimento humano, valoriza o intelecto em detrimento dos sentimentos e, por isso, constitui uma ordem de espíritos com a qual é perigoso lidar.

Após os esclarecimentos de Jamar, resolvi dar como encerrada, por ora, a sessão de perguntas, pois tínhamos um tempo reduzido pela frente. A tarefa que deveríamos realizar, isto é, a missão de reconhecimento e investigação dos guardiões, tudo precisava ser feito rapidamente.

Ao ingressarmos nas instalações, vimo-nos em recinto de proporções gigantes, com diversos espíritos vestidos em trajes verde-oliva.

Pareciam jalecos usados por equipes de pesquisa e de laboratórios na Terra. O que saltou aos nossos olhos foi a absoluta limpeza do lugar e os inúmeros aparelhos encontrados, como se estivéssemos em local totalmente automatizado.

Os espíritos não distinguiram nossa presença, embora tivéssemos adensado nossos corpos espirituais. De todo modo, Jamar deu ordens aos especialistas da noite para se colocarem de prontidão em pontos estratégicos; caso fosse necessária ação disciplinar ou de defesa, estaríamos preparados.

Outra equipe de guardiões, peritos em ciência e tecnologia, ficou
incumbida de estudar as técnicas e os esquemas empregados pelos cientistas.

Jamar trouxe conosco o cientista capturado anteriormente pelos guardiões na cidadela dos magos, que resolvera colaborar de bom grado, muito embora Raul e eu desconfiássemos de que ele guardava algum segredo.

Independentemente de suas questões íntimas, sem dúvida ele seria de grande valia em nossa excursão de reconhecimento.

Após longa conversa com Pai João e o guardião da noite, o cientista deu a conhecer seu nome.

Gostava de ser chamado de Eliah, nome aparentemente de origem judaica.

Eliah foi à frente com Jamar, pois tinha familiaridade com instalações como aquela; assim, o mapeamento da situação ali reinante poderia ser executado mais facilmente pelos guardiões e
por nós. À medida que adentrávamos o complexo, cruzamos com mais e mais espíritos, entretidos em seus afazeres, sem nos perceberem a presença.

Movimentávamo-nos com relativa segurança, embora não pudéssemos prescindir da atuação dos guardiões especialistas.

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Encontramos uma seção cheia de equipamentos técnicos, que denotavam fazer parte de um laboratório de engenharia genética de grande porte.

Foi ali que resolvemos começar investigações mais detalhadas. O imenso laboratório estava repleto de cientistas diversos: médicos, bioquímicos, geneticistas e outros dedicados ao estudo de fatores referentes à constituição do ser humano.

No centro do salão, enorme máquina ligava-se a instrumentos delicados e visivelmente sofisticados; mais adiante, vários espíritos
ainda encarnados repousavam sobre macas, atuando como médiuns no processo de extração ou roubo de energia vital, que era canalizada para o funcionamento do maquinário. Era inequívoco: estávamos diante da produção de um ser artificial, um clone.

Os cientistas pareciam eufóricos com o produto de sua tecnologia astral.

Eliah, tomando a palavra, alertou-nos:

— Não pensem que estes viventes sejam vítimas de um experimento, como os que encontramos na ocasião anterior. No presente caso, os cientistas contam com pessoas que tenham com eles identidade de interesse no campo das pesquisas. Portanto, estes são voluntários em desdobramento.

— Podemos depreender de suas palavras que estas pessoas são também cientistas encarnados, correto? — interpelei Eliah.

— Exatamente! — respondeu, confirmando nossas suspeitas. — São médicos e pesquisadores, como biólogos, farmacêuticos e outros mais, que, durante a vigília física, detêm sua mente
exclusivamente nas questões científicas e intelectuais, sem qualquer vínculo com o componente espiritual. Os que, ao invés disso, professam doutrinas espiritualistas ou comungam de algum conhecimento na área deixam-se absorver de tal maneira pelos interesses científicos e as pretensões do ego que perdem a sintonia com os objetivos traçados antes de reencarnar.

Muitos até permanecem envolvidos com as idéias espiritualistas ou espíritas, mas já se colocaram em posição mental e emocional tão delicada que apresentam as bases de seu pensamento contaminadas com conceitos distintos daqueles que caracterizariam seu trabalho como cristãos.

Neste ponto, Pai João continuou o esclarecimento:

— Ao dormirem, desdobrados, estabelecem elos estreitos com entidades que administram laboratórios semelhantes, atuando como seu elemento de ligação com o mundo físico.

Acreditam que, se mantiverem interesse apenas por questões científicas, poderão alçar vôo rumo ao infinito; no entanto, mesclaram o conhecimento adquirido até então com idéias,
tendências e conceitos inspirados pelos desencarnados que os utilizam como intermediários e cobaias.

— Isso mesmo — retomou Eliah. — Foram contaminados com idéias insufladas pelos cientistas desencarnados. Em certa medida, não fornecem tão-somente o ectoplasma aos seres desta
instituição astral; emprestam também a atividade criativa do pensamento e o próprio corpo mental para a gestação de novas idéias.

Ocorre como se cedessem poderoso computador orgânico, neste caso seus cérebros e suas mentes, para que tais agentes pudessem desenvolver suas teorias.

— Uma parceria dessas só é possível se o indivíduo tiver sintonia com as idéias do desencarnado — acrescentou o pai-velho. — O sistema é tão discreto e funciona tão sorrateiramente que o sujeito, mesmo desdobrado, não se dá conta de que entrou numa vertente de pensamento perigosa para seu futuro, comprometendo seu projeto espiritual de vida, em longo prazo.

Tamanha é a sutileza que o encarnado, o cientista enredado nesse ardil, prossegue simpático às questões espirituais que antes o encantavam; entretanto, ao estar afastado do corpo físico, outras idéias vão tomando lugar, passo a passo.

Novos enfoques e pontos de vista vão ganhando espaço em sua mente, ao ponto de vir a acreditar que tudo é fruto das próprias elucubrações.

Na verdade, são conceitos incutidos pelos cientistas do lado de cá, que sucessivamente vão substituindo interesses antigos por
outros, e a pessoa, aos poucos, perde a conexão com os elementos espirituais, embora continue a pensar que está ligada a fontes superiores.

— É uma forma de obsessão complexa — foi a vez de Jamar interceder. — Para ter êxito, os cientistas extrafísicos realizam um procedimento quase cirúrgico no corpo mental do indivíduo, nele implantando corpúsculos mentais estranhos ao hospedeiro.

Tão logo inserido nas correntes de pensamento do encarnado, o corpúsculo comporta-se como vírus mental ou vibrião psíquico. Gradativamente, contamina o corpo mental por inteiro, até que a pessoa esteja completamente desconectada da realidade espiritual.

— É uma artimanha diabólica — disse Pai João. — No estágio descrito por Jamar, a pessoa transforma-se em parceira das inteligências sombrias, e com elas contribui com relativa facilidade, julgando estar em sintonia com as correntes superiores de pensamento.

Após breve pausa, o pai-velho emitiu sua conclusão:

— Eu diria que é um aperfeiçoamento do célebre processo chamado fascinação.

Diante do esclarecimento acerca do processo obsessivo levado a efeito naqueles seres que estavam ali desdobrados, resolvi arriscar:

— E seus mentores, os responsáveis pelo projeto reencarnatório dessas pessoas, não poderão intervir?

— É claro que interferem, Ângelo — assentiu o especialista da noite. — Porém, como ocorre em qualquer caso, não obrigam seus tutelados a nada; atêm-se a apresentar seus conselhos e
instruções, ainda que reiteradas vezes. Não podemos deixar um aspecto de lado, entretanto.

Aqueles que se ligam mais intensamente às questões científicas em geral tendem a ser pessoas cujo intelecto tem predominância sobre o coração, a sensibilidade. Faltam-lhes, freqüentemente, o bom senso, a simplicidade, a sabedoria e o Evangelho…

— Sei de muita gente boa na Crosta que se sintoniza com as questões científicas e conhece bastante o Evangelho.

— Isso é verdade, meu amigo — ponderou Jamar. — Mas são casos raros no universo daqueles que se dizem cientistas ou militam nas disciplinas científicas. Em sua grande maioria, decoram palavras bonitas e se expressam com eloqüência admirável ao discorrer sobre as questões do Evangelho; contudo, esse fato não os faz comprometidos com a causa do Cristo.

São computadores humanos, que trazem na memória registros de palavras e passagens inteiras das Escrituras ou de livros espíritas e espiritualistas, mas…

— Entendi! — respondi, cabisbaixo, avaliando a proporção assustadora dos processos de obsessão complexa e o quanto transcorre sem alardes a atuação de entidades especializadas.

Os cientistas desencarnados, em toda a sua euforia, não nos percebiam as atividades.

Pareciam hipnotizados com o que faziam e com o resultado de mais um de seus experimentos.

Nossa equipe continuou observando o que ocorreu a seguir. Vimos materializar lentamente, diante dos olhares atentos das entidades, uma forma humana mais ou menos nebulosa.

Era algo fantasmagórico, mas que ainda assim fascinava, pela maneira como se aglutinavam os elementos ectoplásmicos em torno do molde previamente imantado — uma das pessoas desdobradas e adormecidas no laboratório. A imagem foi gradativamente se estabilizando diante de todos. Nós mesmos nos pegamos admirando a criação do ser artificial naquele laboratório de pesquisas extrafísicas do astral inferior.

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Raul, porém, estava dominado por grande emoção e reagia diferentemente de nós diante do espantoso experimento. Ele estava estarrecido, pois reconhecera entre os indivíduos
desdobrados alguém com quem se dava diariamente em sua vida de encarnado.

Pai João abraçou Raul, aconchegando-o em seus braços, como um pai bondoso:

— Não fique assim, meu filho — consolou Pai João. — Agora você sabe por que o trouxemos aqui e permitimos seu ingresso neste ambiente extrafísico. Inteirado de toda a extensão da problemática que acomete nosso companheiro, que se tornou parceiro dessas entidades, você poderá auxiliar com mais eficácia no caso. Calemos nossas emoções, meu filho, e aguardemos o momento propício para o despertamento de nosso irmão.

Ao reconhecer quem estava adormecido ali no ambiente dos cientistas, Raul ficara muitíssimo abalado. Foi necessário um apoio maior do preto-velho Pai João, que não o abandonou mais a
partir dali. Entretanto, mesmo conhecendo o processo e a gravidade do que ocorria, não poderíamos interferir direta e imediatamente, como gostaríamos. Afinal, a pessoa em questão estava ali desdobrada e entregue à atividade por vontade própria.

A duplicata astral que se estruturou diante de nossos olhos foi levada a outra parte do imenso laboratório. No outro ambiente, encontramos uma espécie de domo ou redoma, dentro da qual estavam imersas formas espirituais estranhas, mergulhadas em um líquido viscoso e ligadas a fios tenuíssimos.

— São ovóides capturados e mantidos em cativeiro pelos cientistas — sentenciou Eliah, o antigo cientista resgatado pelos guardiões. Agora ele nos auxiliava com informações importantes.

— Reparemos bem no que acontece — falou-nos Jamar.

O ser artificial elaborado a partir do ectoplasma dos encarnados em desdobramento foi conduzido a um pedestal no centro do domo. Notamos uma abertura em seu interior, onde havia nichos em forma de favos, dentro dos quais os ovóides estavam alojados.

Um dos cientistas, sempre secundado por outros da equipe, carregou pacientemente uma daquelas criaturas para perto do clone, com uma dedicação quase religiosa. Devagar e com todo o
cuidado, acondicionou o ovóide no interior da cabeça artificial do ser construído com ectoplasma. Observávamos tudo atentamente, pois Pai João nos aconselhou a colher o máximo de elementos para posterior análise nas dimensões superiores.

Ao fim da operação, o ovóide foi imediatamente tragado, de tal sorte que o ser artificial logo começou a movimentar lentamente os membros. Por último, os olhos se abriram, para a alegria incontida dos cientistas desencarnados. Estava pronta mais uma duplicata artificial mista, ou seja: um híbrido entre a tecnologia astral dos planos inferiores e os seres que tinham perdido sua forma perispiritual, os ovóides, por meio dos quais os cientistas manipulavam aquela criatura.

Depois de um primeiro momento de euforia, os cientistas pararam, admirados com sua criação, demonstrando talvez certa reverência.

Quem sabe o momento lhes soasse sagrado, suscitando alguma sensação mais grave ou de perplexidade ante o resultado atingido?

Após assistirmos a tudo o que ocorreu no interior da redoma, Pai João pediu a Jamar que verificasse mais detidamente o que se processava dentro dos favos, em cujo interior repousavam os demais ovóides. Após cuidadosa observação, Jamar relatou:

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— Nada, João Cobú! Absolutamente nada, além dos ovóides. Estão ligados através de fios finíssimos e mergulhados naquele líquido viscoso que vimos antes, mas isso é tudo.

Os cientistas se dispersaram, levando consigo a criação recente. Enquanto isso, aproximamonos dos favos, os recipientes onde se depositavam os seres ovóides. Novamente foi Eliah quem nos surpreendeu com mais explicações:

— Os ovóides são capturados com o auxílio de magos negros e conduzidos a inúmeros laboratórios como este aqui. Só não sei dizer se acaso se prestam ao mesmo tipo de experimento ou qualquer outro.

Fato é que diariamente vários magos comparecem aqui e ficam horas e horas, sentados diante de cada um dos nichos onde esses seres se alojam.

Somente depois de muito tempo é que vão embora, sem falar nada.

— Com certeza realizam um procedimento hipnótico nas mentes ovóides — afirmou Pai João.

— No estado em que se encontram, esses seres infelizes não têm mais condições de resistir sem auxílio externo. Vejamos o que se pode fazer.

Apontando para Jamar e os demais integrantes de seu time, Pai João deu um sinal. Parecia que os especialistas já esperavam por isso. O pai-velho que nos guiava lhes havia dito que tivessem cuidado com todos os ocupantes dos nichos ou favos.

Dentro de instantes, quatro dúzias de guardiões da noite, estudantes da ciência espiritual do Plano Superior, estavam dispostos com equipamentos em torno de cada um dos ovóides ali instalados.

Um estudante de psicologia da equipe de Jamar, portanto um guardião especialista da noite, efetuava testes num dos ovóides, quando Pai João perguntou:

— E então? O que você acha?

— Estão mentalmente modificados. Definitivamente, não é um procedimento convencional; não estão apenas hipnotizados, mas alterados psicologicamente.

CLONES – Livro Senhores da Escuridão – página 425

Ah! Era o clima ideal para as trevas testarem seus experimentos e passarem despercebidas.

Em meio a tal estado de coisas realizariam suas experiências e depois conduziriam os artificiais a outro patamar, mais abrangente e elevado.

Max era o primeiro a ser testado com objetivos políticos e seria a cópia fiel do dirigente de determinada nação do mundo. Depois, viriam os exércitos de seres artificiais, dirigidos dos laboratórios do mundo oculto. O ser em questão, a duplicata astral de Max, sofria intensamente; era um sofrimento quase físico, pois ele sentia as imposições do corpo artificial, as limitações deste e certas reações relativas ao tipo de experimento praticado.

Além disso, o ovóide aprisionado num corpo artificial padecia de abusos e flagelos inenarráveis, dificilmente compreendidos por quem nunca vivenciou ou observou uma situação como essa.

Perante sua própria realidade, o ser artificial — ou melhor, o ovóide aprisionado na protoforma astral — era torturado como nenhum outro. Trazia, impressas na memória, informações da vida de uma pessoa, ainda encarnada, que estava sob a mira dos comandantes das trevas.

Fazia parte de um plano diabólico, um complexo processo de obsessão, ainda pouco conhecido, mas com profundas conseqüências para quem quer que lhe servisse de alvo.

Um fragmento de pensamento passou pela memória artificial, implantada, da duplicata astral:

— Que sensações são estas que me perseguem? Onde estou e qual meu papel no mundo?

Porventura estou louco? Afinal, que sou? Quem sou? Que corpo é este? O ser registrava as memórias que lhe foram incutidas através da hipnose, as quais se confundiam com as próprias,
embora jamais tivesse se encontrado com a pessoa de quem haviam usurpado as memórias.

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Apenas conservava a lembrança que lhe fora incutida por sugestão hipnótica, à qual os magos negros o submetiam. Ele passou por um processo de implante de memórias escaneadas do
verdadeiro Max. Tudo isso por meio de um controle hipnótico profundo, de uma ação disciplinada e continuada, levada a cabo ao longo de mais de um ano, diariamente, por hábeis magnetizadores a serviço das forças tenebrosas.

Os seres se revezavam, de maneira que, durante as 24 horas do dia, todos os dias, os ovóides fossem mentalmente manipulados por eles. Eram mais de 200 ovóides em preparação com o intuito de assumir o controle de políticos e dirigentes mundiais.

O ser degenerado e aprisionado no corpo artificial recordava-se de cada detalhe da vida intelectual do original, do qual era cópia. Inclusive o momento em que se fez a chamada fotografia mental; até mesmo a hora exata em que fora extraído o conteúdo intelectual do perispírito-base.

A partir daí, nada. Apenas emoções do ovóide que convivia com aquelas informações e fazia com que o ser pudesse parecer vivo. Lembrava-se da infância de seu original encarnado, tinha perante si incertezas e desejos iguais, reações e atitudes como registros de sua personalidade.

Mas não sentia de modo exato, como ele. Aliás, o ser gerado artificialmente nos laboratórios do mundo inferior não sentia.

Havia sido submetido a um intenso tratamento parapsíquico com essa finalidade. Modificaram-se as faculdades do sentir, assim como as entendiam os seres humanos. Percebia, sim, as emoções do seu simbionte ovóide — que havia sido viciado, nas incubadoras especiais, em alimento de natureza ectoplásmica, em emanações de ódio, em vibrações de intrigas políticas e de emoções fortes.

O espírito, ex-portador de um psicossoma corrompido, fora um dos prisioneiros das incubadoras da escuridão, onde recebera abominável tratamento mental e magnetização pelos senhores da escuridão, os magos negros.

Agora, ele temia. Tinha medo de perder o alimento mental e emocional com o qual se acostumara. Nutria pavor de ser destruído por seus criadores após cumprir sua função; sabia, no íntimo, ter perdido a forma humana original, o que o fazia agarrar-se ao corpo que agora habitava, pois, embora artificial, dava-lhe certa sensação de individualidade e uma imitação de
liberdade. No fim das contas, tinha um medo instintivo de morrer, embora não fosse um vivente. Aquelas eram emoções descontroladas, não sentimentos.

Ele era a síntese do intelecto de um homem encarnado aliado às emoções e à mobilidade de um ovóide aprisionado num ente artificial.

O ser híbrido chamado Max — tinha o mesmo nome de seu modelo encarnado — tinha plena ciência de que, no instante em que foi alvo da experiência de conceder-lhe vida artificial,
transformara-se num escravo de seus criadores. Há muito fora banido da convivência com outros seres de aspecto humano.

Perdera sua própria forma miserável devido aos crimes perpetrados contra a civilização. Havia sido capturado por outros seres vivos, porém com feitio diferente do seu. Escravizado, fora tratado num viveiro dos infernos, numa espécie de campo de concentração dos donos das regiões escuras.

Ali recebera implantes de emoções e fora alvo da invasão de sua estrutura mental. Sofrimentos atrozes, difíceis de imaginar, foram
impingidos a ele durante o cativeiro nos viveiros do abismo. No entanto, nele não se encontrava o conhecimento pleno a respeito do comportamento de seu original, do verdadeiro Max.

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Havia uma falha em sua memória implantada, uma lacuna muitíssimo importante…

Esforçava-se por entender, pois, por algum meio inexplicável, sabia de várias coisas que não deveria saber, embora não conseguisse definir o que ele próprio se tornara.

Max, a cópia, não sabia que as experiências com seres semelhantes a ele estavam apenas no começo, entre as pesquisas dos cientistas que o conceberam. Na verdade, ele era apenas uma peça num jogo de poder. Uma peça num xadrez de dimensões globais. Não conseguia ter pensamentos que fossem totalmente seus, tão-somente registros e emoções emprestadas e
uma mistura de memórias falsas em meio a alguns flashes de sua própria mente desequilibrada.

Mas podia comunicar-se, pois, para tanto, fora programado o seu cérebro artificial.

— Max! — chamou a voz gutural, cavernosa, de um dos seus construtores.

O ser que coordenara a criação daquele artificial era um representante da política dos temidos dragões, os seres enigmáticos que dominavam as regiões mais profundas do submundo, do abismo. Em sua última encarnação, fora um cientista nazista.

No afã de defender os postulados de uma ciência destituída de sentimentos e da éticacósmica, juntamente com outros, seus conterrâneos, matou, torturou e mutilou centenas de pessoas nos laboratórios montados pelo poder dominante em seu país.

Sob o regime ditatorial alemão, mais de 200 cientistas haviam se envolvido em experimentos nos quais se utilizavam cobaias humanas. Desse grupo, mais da metade foi aliciada pelos senhores da escuridão ou se pôs voluntariamente a serviço dos dragões. Os interesses pareciam comuns.

Após o descarte físico por ocasião da morte, continuariam a desenvolver pesquisas em laboratórios, só que agora no plano astral, em regiões sombrias e pouco visitadas pelos médiuns desdobrados.

Quando em sua última encarnação, tais cientistas concretizaram experimentos repugnantes. Amorais e criminosos, infligiram dor e humilhação, provocando mortes ignóbeis de inúmeros prisioneiros dos campos de concentração. Formados em diversas academias do planeta, nas escolas mais importantes das nações da Terra, tais membros da elite científica venderam-se e adaptaram-se aos métodos nazistas, que correspondiam em larga escala àqueles adotados nas regiões denominadas trevas, sob a mão pesada dos ditadores do submundo.

Os poderes da discórdia intentavam, desde então, uma investida fulminante contra os reinos do mundo.

O mentor da idéia de um ser artificial era profundo admirador da ciência. Pensador genial, nos bastidores participara do temido Pionierkommando 36, um exército de cientistas especializado em destruição, sob o comando de um chefe de legião então reencarnado, reconhecido por suas pesquisas na área da química. Julius Hallervorden — quem desenvolveu a protoforma astral e o trabalho com ovóides — colecionou, quando encarnado, mais de 500 cérebros para suas pesquisas infernais.

Durante o sono físico, ele desdobrava a personalidade e já participava de experiências nas regiões sombrias, com seres ovóides ou cérebros semimateriais, como ele os chamava. Foi Julius, classificado como o doutor do inferno, quem, por volta de 1938, num de seus desdobramentos, visitou regiões escuras da subcrosta, no abismo, e propôs a formação de incubadoras onde seriam recolhidos os ovóides encontrados nas regiões escuras do mundo astral.

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A partir de então, os espectros dedicaram-se a construir campos de concentração muito semelhantes aos que se disseminariam na Crosta, colecionando, para Julius e sua tropa, ovóides e vibriões mentais.

Ele compareceria às regiões abissais todas as noites, em desdobramento, para, juntamente com sua horda de cientistas, estudar as amostras conservadas nas incubadoras da escuridão.

Tanto Haber, o maioral do pelotão de cientistas, quanto Heinrich, o comandante maior da polícia negra dos chefes de legião, bem como os espectros, que eram muito respeitados pelos próprios senhores da escuridão, e, ainda, Rascher, outro ser que auxiliava Dr. Julius com a manipulação dos ovóides e dos corpos artificiais; todos eram cientistas, representantes da nica astral e responsáveis por crimes contra a humanidade.

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